Onde encontrar atendimento veterinário gratuito em São Paulo?

Saiba como funcionam os “SUS” dos pets

A capital conta apenas com dois hospitais veterinários públicos. Com atendimento gratuito e grandes filas, ambos os locais são custeados pela prefeitura e administrados pela Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa-SP).

As senhas para os pacientes, distribuídas na parte da manhã, acabam sendo insuficientes para todos os interessados. Então, chegue o mais cedo possível (há filas desde a madrugada) – sempre acompanhado de seu animal, documento de identidade e comprovante de residência. Confira os endereços:

Hospital veterinário do Tatuapé, na Zona Leste

Avenida Salim Farah Maluf, s/n, esquina com a Rua Ulisses Cruz, lado par, Tatuapé, tel. 2291-5159. Retirada de senhas das 6h às 10h, de segunda a sexta, com a presença do animal. Sãosetenta senhas e trinta vagas de emergência disponíveis.

Hospital veterinário do Tucuruvi, na Zona Norte

Avenida General Ataliba Leonel, 3194, Tucuruvi, tel. 2478-5305. Retirada de senhas das 6h às 10h, de segunda a sexta, com a presença do animal. São quarenta senhas e quinze vagas de emergência disponíveis.

VOLTEI!!

Olá gente linda!!

Primeiramente gostaria de pedir desculpas pela minha ausência, nos últimos meses.

A vocês que me acompanham, devem ter percebido que eu estava muito ausente, não estava atualizando o blog, youtube, realmente fui abduzida e fiquei longe das redes sociais.

Nos últimos tempos, estava passando por problemas pessoais, e senti a necessidade de me ausentar, refletir e ter todas as provas de que um ciclo na minha vida havia se fechado.

É, a vida de adulto não é fácil, mas o que fica nessa nossa vida corrida e cheia de desafios, são os aprendizados e a esperança de dias melhores.

Quero voltar com tudo nesse canal, que era e é um dos meus projetos de vida, algo que mesmo engatinhando é muito especial para mim, e conto com vocês para dicas e sugestões de pautas. Esse blog não é só meu é de VOCÊS também!!!

Obrigada e vamos que vamos!!

Inspiração de Looks para temporada Outono / Inverno 2019

Princesa Diana X Megan Markle X Kate Middleton

Quem aqui é nascido na década de 80 ou 90 certamente já ouviu falar da Princesa Diana. Para os íntimos, apelidada de Lady Di, ou você que nunca ouviu falar sobre ela, ela foi uma aristocratafilantropa e a primeira esposa de Carlos, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente de Isabel II do Reino Unido.[1] Seus dois filhos, os príncipes Guilherme, Duque de Cambridge e Henrique, Duque de Sussex, são respectivamente o segundo e o sexto na Linha de sucessão ao trono britânico e de outros doze países da Commonwealth.[2]

Se você quiser saber mais sobre a vida, carreira e morte deste ícone de elegância, filantropia, entre outras coisas mais, clique aqui.

Mesmo após tantos anos após a sua morte, Lady Di, ainda é icone de elegancia nos dias atuais e tanto que suas respectivas noras, a Duquesa de Cambridge a Kate Midleton, esposa de seu filho Príncipe William – Duque de Cambridge e Meghan Markle, Duquesa de Sussex, que é casada com o Principe Harry – Duque de Sussex, sempre nos eventos mais importantes, elas se inspiram, na elegancia de Lady Di, para compor seus looks.

Então eu, como admiradora de Lady Di, vou postar aqui , fotos das inspirações onde suas noras também usaram e abusaram do legado dessa icônica Lady e quem sabe ai no seu guarda roupa tem algo em que você também pode se inspirar nesta temporada de Outono/Inverno 2019. Lembrando que a temporada Outono/Inverno esta chegando.

Veja fotos abaixo e inspire-se.

Meghan Markle


Branco real
A princesa usou um look sofisticado e totalmente branco para um evento da Royal Academy quando estava grávida do príncipe Harry. Já Meghan foi a um baile em Tonga também com um longo branco e uma homenagem à sogra: ela usava seu antigo anel de água-marinha.

Azul formal
Tanto Diana quanto Meghan escolheram longos azuis para noites de gala: a princesa para a première de “Indiana Jones e o Templo da Perdição” em 1984, e a duquesa para um jantar de estado em Fiji.

Listras
Meghan foi de vestido fechado com listras a uma cerimônia em sua turnê real por Tonga, enquanto Diana escolheu uma versão semelhante para acompanhar uma partida em Wimbledon quando esperava o príncipe Harry em 1984.

Azul acinturado
Cerca de um mês após dar à luz ao príncipe William em 1982, Diana ainda exibia um de seus looks da gestação, um vestido azul royal com faixa que marcava a cintura. Meghan escolheu um vestido semelhante para cumprir um compromisso em Tonga.

Rosa casual
Diana optou por um vestido pink de modelagem ampla e descontraída para acompanhar um jogo de pólo nos anos 80, enquanto Meghan escolheu uma versão floral do modelo para sua visita a Fiji.

Preto polêmico
Diana e Meghan têm em comum a ousadia em relação ao protocolo real, que dita que a cor preta deve ser usada apenas em ocasiões de luto. Ambas optaram por looks monocromáticos no tom à espera de seus primeiros bebês.

Vermelho total
A princesa Diana era fã de máxi peças e usou a combinação de casaco e vestido vermelho em sua primeira gestação. Meghan também optou por uma combinação semelhante, em um tom mais fechado da cor, no início de sua gravidez.

Verde & preto
Meghan escolheu um máxi casaco verde escuro com aplicações florais pretas da marca Erdem muito semelhante ao modelo usado por Diana em uma visita a Bristol quando estava grávida do príncipe William.

Kate Middleton


Diana no serviço religioso de recordação em 1991; 
Kate em um casaco Diane von Furstenberg no mesmo serviço em 2016.

Diana em um vestido de bolinhas e combinando com um chapéu de aba larga no The Royal Ascot em 1988; 
Kate em um vestido de polca semelhante no Wimbledon Tennis Championships em 2018.


Lady Di em um casaco cinza com detalhes pretos durante uma visita à Caridade de Barnardo em 1984; 
Kate Middleton em um blazer similar ao chegar ao Coach Core Essex em 2018.



Princesa Diana em um vestido de manga comprida da marinha com uma renda de volta para a estréia de 
Papai Noel: o filme de 1985 

Kate Middleton usando um vestido azul-marinho Jenny Packham com detalhes em renda e botão para um jantar de gala no Royal Albert Hall em 2012.

Diana visita Westminster em junho de 1990; 
Kate visita o Stephen Lawrence Centre, em Londres, em março de 2015.


Diana participa de seu primeiro evento público com o príncipe Charles, no Goldsmith’s Hall de Londres, em 1981; 
Kate no Sun Military Awards em 2011.

Diana visita a caridade de Barnados em novembro de 1984; 
Kate em Manchester em dezembro de 2017.


Diana no Palácio de Buckingham em 1980; 
Kate que veste Alexander McQueen em Charlottetown, Canadá durante a excursão real de America do Norte em julho de 2011.

Diana em Catherine Walker nos cultos de Páscoa em abril de 1987; 
Kate usa um casaco de Matthew Williamson enquanto visita a Pembroke Refinery em Pembroke, no País de Gales, em novembro de 2014.

E ai gostaram? Espero seus comentários.

Beijos da Cris!

Vulnerabilidade. Fraqueza… Não, muita força!

O caminho é longo, mas (re)conhecer suas vulnerabilidades é a melhor saída para se aceitar e crescer.

De início, as pessoas associam ser vulnerável a ser fraco, inseguro, medroso ou incapaz. Isso está muito ligado à ansiedade de precisar ser perfeito e de ter só qualidades. Com isso, nós sufocamos nossas vulnerabilidades e as escondemos não só de nós mesmos, mas dos outros, quando editamos cada publicação nas redes sociais em busca de uma imagem quase celestial de felicidade e plenitude.

Mas se a gente mudar como encaramos as vulnerabilidades podemos enxergá-la como um caminho pro arco íris não pra tempestade. Ela é medo e insegurança ao mesmo tempo que é origem de alegria, pertencimento e amor. Sim, uma loucura! Ter a coragem de ser imperfeito é o caminho para ser gentil e ter compaixão consigo mesmo, se aceitar e diminuir angústias.

Quem consegue abraçar sua vulnerabilidade vira uma chave e vê na fraqueza uma oportunidade de melhora, crescimento e admiração. Fora que expor seus pontos baixos pode ser uma forma poderosa de conexão com outras pessoas. Vou usar uma frase que soa piegas, mas é real: ao conhecer suas amarras você se torna livre. Ou seja, é dando de cara com suas falhas que você as supera, é ficando forte e seguro de si que você não hesita em se conhecer fraco.

Mas o que raios é vulnerabilidade?

A vulnerabilidade existe em várias formas, podendo ser uma insegurança clara sobre o tamanho do seu nariz ou um incômodo difícil de entender quando você é preterido em uma relação, por exemplo. Normalmente, esse sentimento se camufla entre o que você é, o que você idealiza para você e o que você acha que seus pais, parceiros e amigos imaginam de você. É entre os buracos que distanciam essas visões que as vulnerabilidades se formam.

Não é algo fácil de explicar ou identificar, porque cada um tem o seu calcanhar de Aquiles. A vulnerabilidade varia de acordo com a experiência de vida, da criação, da interação com amigos, dos lugares onde se consome informação e até do padrão cultural da sociedade. Os traços de personalidade de cada um também têm influência sob pontos considerados fracos.

Por mais que você não saiba verbalizar exatamente qual é a sua vulnerabilidade (o que é normal, fique tranquilo), uma dica para confirmar que a situação pegou na sua ferida é reparar na sua reação. Respostas potencializadas e desproporcionais, que variam de ficar retraído a ficar responsivo, na defensiva, chorão ou agressivo, são indícios de que a dor não é pelo que aconteceu ali naquele instante, mas por um trauma maior que está dentro de você, guardado no arquivo de mágoas da sua história.

O que eu faço com isso?

Ninguém gosta de falar dos seus defeitos ou procurá-los. Dizer algo ruim de si mesmo é desconfortável, basta lembrar aquela situação clássica de entrevista de emprego em que a única coisa negativa que as pessoas citam é “perfeccionismo”. Apesar de estarmos sempre tentando ser perfeitos, se encaixar no grupo ou ganhar aprovação, sabemos que existem mais vulnerabilidades que essa, né?

É engraçado, evitamos falar dos nossos pontos baixos e achamos que assim eles somem, mas eles não arredam o pé, continuam vivendo no seu inconsciente, são parte de nós. Se sua vulnerabilidade é se sentir gordo, por exemplo, é provável que toda vez que você se olha no espelho ou prova uma roupa isso te incomoda e gera aquele sentimento de derrota.

Pense como seria melhor descobrir a raiz desse desconforto, entender como você criou esse preconceito (de achar que se estivesse mais magro, estaria mais feliz) e em vez de se tratar com uma cobrança punitiva, você se cuidar com compaixão.

A ideia é pontuar suas inseguranças, descobrir como foram construídas no seu emocional, abrindo um portal para curá-las. Sei que soa vago, mas é o exercício de ouvir a criança que você foi e que sofreu, parar de puni-la e começar uma transformação de aceitação.

Não é fácil, mas é uma bifurcação: você pode assumir que a ignorância é uma benção e não olhar para as falhas ou optar por se acolher e ser mais leve, entendendo que não existem pontos negativos, e sim, pontos a serem melhorados.

Aceita que dói menos (e aqui o papo fica sério!)

É preciso aceitar o fato de que a gente só cresce e evolui se entra em contato com a nossa dor, se lida com nossa essência e se desvenda. Quem resolve não enxergar as vulnerabilidades corre grandes riscos de se tornar arrogante e prepotente, acreditando ser sem defeitos. Um comportamento assim não transforma, repete ciclos e patina nas mesmas situações sem resolvê-las, acumulando angústias e frustrações. Ou então, se torna aquela pessoa que diz “Esse é meu jeito, ponto. Me respeite,” e que não deixa espaço para ninguém se aproximar, nem ela mesma.

Para agravar, quem se recusa a lidar com a vulnerabilidade não costuma ter ferramentas para reagir quando esbarra com ela e então desmorona e se descontrola. Daí surgem medidas para tentar anestesiar esse sentimento incompreendido, e com isso nos tornamos adultos endividados, obesos e viciados em álcool, drogas e remédios. Um quadro nada bonito ou saudável. Até porque é necessário lembrar que não há como anestesiar apenas sentimentos ruins, e a vulnerabilidade é afogada junto com a alegria, felicidade e gratidão.

É importante se conhecer. Mesmo que não haja repertório para verbalizar o sentimento, se você estiver disposto a passar pelo processo, você aprende. Ao compreender de onde vem as mágoas, medos, receios, fantasmas, você deixa de se afetar tanto, de se cobrar, se punir, com o tempo aprende a lidar com o incomodo e o torna algo familiar. Ela não desaparece, mas você passa a conhecê-la e saber como lidar com ela. Claro que você não aceita seu corpo do dia para noite, mas ao raciocinar de onde vem essa questão, se ela é necessária, focar em você e se amar e cuidar um pouco por dia, você chega lá.

Dicas para se conhecer melhor

Terapia, muita terapia.

Especialistas afirmam que alguns insights não surgem sozinhos ou com amigos na mesa de bar (até porque vulnerabilidades são difíceis de compartilhar). O psicólogo traz uma troca, acompanha, provoca pensamentos, não julga e tem como parâmetro a funcionalidade da sua vida, podendo facilitar sua compreensão e ajudá-lo a construir ferramentas para lidar com inseguranças.

Saia do celular !

Pare de viver no automático e tire um tempo para si. Nem que sejam alguns minutos antes de dormir, conseguir pensar em como você está se sentindo, como está sendo a semana, as relações com seus amigos, familiares, colegas de trabalho, tudo isso faz parte de um autocuidado e auxilia a apontar os incômodos.

Faça um teste!

É interessante fazer uma atividade visual para compreender melhor o que seus pensamentos querem dizer. Escrever em três folhas separadas o que você espera de si, o que acha que o mundo espera e o que gostaria que os outros esperassem auxilia a refletir o que você realmente quer fazer por você e traçar caminhos empolgantes.

Respire fundo!

Encher os pulmões com vontade e prestando atenção ao movimento ajuda a melhorar o foco e a concentração ao mesmo tempo que acalma. Encha os pulmões contando até quatro e inspire também contando até quatro para eliminar a agitação e se concentrar. Meditar é uma alternativa.

Tenha repertório.

Quanto maior é a fonte de informação que o seu cérebro tem, mais conexões e discussões serão possíveis. Busque conhecimento em livros, filmes, séries e até vivências de colegas para construir mais cenários, ter ideias diferentes e compreender melhor o mundo.

Compartilhar dá medo…

Todo mundo tem uma vulnerabilidade. Todos os seres humanos que habitam essa Terra são vulneráveis. O problema é que não somos iguais e não sabemos como o outro vai lidar com a nossa insegurança, ficamos com a impressão que quanto menos souberem, mais seguros estamos.

Agir assim pode ser um mecanismo de defesa, muita gente deixa de compartilhar o que a tortura por dentro com medo do outro usar a fraqueza para ficar mais forte. Mas vale a pena viver com receio? Se preocupar em exagero com sua imagem e com o que os outros pensam só vai fazer você deixar de viver da forma que você genuinamente queria.

A vida perfeita é uma fantasia. Não dá para agradar todo mundo, não dá para pertencer a todo contexto. Você sabe quem merece ouvir você e onde se sente bem. A regra é bom senso. Não precisa se expor para desconhecidos, porém, quando sentir que é lugar e hora e que o outro é confiável, compartilhe. Você fica pelado na frente de todo mundo? A lógica é basicamente a mesma.

Se a pessoa for má e se aproveitar do momento, lembre-se que você tem o poder de colocar essa batata quente no chão, uma vez que já analisou e compreendeu sua vulnerabilidade e está seguro com ela. Desligue o ouvido, se coloque em primeiro lugar e dê menos espaço para este outro.

… Mas dividir conecta!..

Nós precisamos do olhar do outro para nos sentirmos reconhecidos, nascemos precisando do amparo, viramos adultos querendo likes alheios. E pensando nesse contexto, compartilhar sentimentos profundos cria vínculos muito fortes. Quando a gente se expõe é como se o outro ficasse com uma parte nossa, você abre um diálogo, mostra sua humanidade e a troca é profunda.

Quem ouve o desabafo nota que não está sofrendo sozinho e que tem um amigo para dividir angústias, isso cria uma sensação de proximidade, cumplicidade, gera empatia, compaixão, admiração e conexão. A pessoa se torna semelhante a você, se mostra imperfeita e acalma aquele seu lado desesperado que queria se encaixar sendo
encaixar sendo certinho e padrão.

No fim das contas, se torna amigo aquele que te acolhe na vulnerabilidade e ajuda a sair dali com força, pois não é a perfeição que desperta o afeto, pelo contrário, é se identificar que proporciona esse elo, e todos nós somos capazes de nos relacionar com vulnerabilidades.

Até quando famosos fazem isso nos afeta. Ouvir que a Gisele Bündchen já lidou com a depressão causa comoção, notar que um símbolo de perfeição também tem problemas aproxima você da imagem da modelo. Além do fato de que dividir as vulnerabilidades de tal forma abre espaço para debater temas sensíveis e necessários, como saúde mental neste caso.

Conseguimos viver em sociedade por criar essas pontes de empatia, e a conexão só ocorre quando nos deixamos ser vistos de verdade, por inteiro, tendo coragem de ser imperfeito. Aceitar as vulnerabilidades é amar com toda força mesmo sem garantias. Tenha a compaixão de ser gentil consigo antes dos outros, não se freie por inseguranças, diga eu te amo antes, use a roupa que quiser, defenda suas vontades, faça as pazes com você.

As vulnerabilidades vão mudar durante a vida e de acordo com os acontecimentos que atravessarem o seu caminho, mas se você souber gerenciá-las você sempre irá crescer e progredir. Se conheça, se liberte e cresça.

E ai, vocês gostaram deste artigo? Deixem seus comentários.

Fonte:Viva Bem

Beijos da Cris!